Não matam as coisas que amam, mas acalentam, alimentam, nutrem, permanecendo mais interessadas nelas que em sim mesmas. [...]
Todo homem mata as coisas que ama, ou assim escreveu certa vez um homem. Deus me perdoe por eu, uma mulher, sugerir que o amor masculino é em essência proprietário, predador, cruel, consumidor, destrutivo ou degradante, mas é estranho que, sendo todo amor expresso na cultura machista pelo ato de foder, nenhuma palavra
tenha mais destrutibilidade acondicionada em seu significado que "foda".
-Germaine Greer no livro "A mulher Inteira"

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